A semana passada teria terminado bem sobre a relação entre o advogado-Geral da União, Jorge Messias, indicado para o Supremo Tribunal Federal (STF), e o Senado, conforme avaliações de caciques partidários e líderes do governo. Até então, existia um clima de tensão desde a indicação do AGU, pois havia a expectativa dos senadores que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) indicasse o ex-presidente da Casa, Rodrigo Pacheco (PSD-MG).
Conforme informações publicadas pela Folha de São Paulo, avaliação das lideranças é de que ele conseguiu furar resistências em bancadas antes refratárias, incluindo a do PL. Um dirigente da legenda calcula que o indicado de Lula terá 6 dos 15 votos da bancada. Também há previsão de ao menos 3 votos no PP e maiorias no MDB e PSD.
Alcolumbre defendia a indicação de Rodrigo Pacheco. Após dias de atritos públicos, o presidente da República tem dito a aliados que pretende encontrar com Alcolumbre para conversar e acertar a relação. Na sexta-feira (5), o presidente do Senado fez um agradecimento público ao petista e deu sinal de abertura para uma trégua.
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