Combate a facções como PCC e CV avançou com ‘asfixia financeira’ e integração

Divulgação / Depen-MJ

As estratégias de investigação e combate às facções criminosas avançaram no Brasil nos últimos anos, principalmente com o foco na chamada “asfixia financeira”, que concentrou esforços em desbaratar esquemas de lavagem de dinheiro com auxílio de empresas de fachada e do mercado de capitais.
 

Por outro lado, o poder e o controle territorial exercido por grupos como o PCC (Primeiro Comando da Capital) e o CV (Comando Vermelho) também cresceu em meio à negligência e cumplicidade de autoridades e agentes públicos.
 

Essa é a avaliação de pesquisadores da segurança pública ouvidos pela Folha após o governo dos Estados Unidos anunciar, nesta quinta-feira (28), a nova classificação do PCC e CV como grupos terroristas. A medida começa a valer a partir de 5 de junho.
 

“Houve avanços indiscutíveis no combate ao crime organizado, especialmente por meio de ações voltadas às movimentações financeiras, que nunca foram objeto de apuração e hoje estão sob cerco das investigações”, diz o procurador Márcio Christino, do Ministério Público de São Paulo.
 

Fonte: Bahia Notcias

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